constelação de memórias

Gratitude isn't something that gives you power to be happy and shiny and on top of the world in any situation.
Gratitude is reaching a state of such humbleness that you realize that, no matter in what situation you are, be it comfortable or terrible, you have so much to thank for that you apreciate the value of even the smallest thing; and that makes you happy with whatever you have, because you realize that, no matter how little you thought you had, it's worth so much.

Therefore, real gratitute is not a thing that gives you the power of turning a bad situation into a good one; it's reaching a state of such humbleness that you realize the good things were never far from you to begin with.


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São tão comuns as citações das quais só uma parte é extremamente famosa, e o resto nem se sabe que existe. E é interessante como, na esmagadora maioria dos casos, ler a citação completa, e tal e qual como o autor a disse, altera logo o sentido da expressão famosa que, tirada do contexto, toma a interpretação não que o autor pretendeu que ela tivesse, mas que o leitor quer e bem entende.
Honestamente, prefiro conhecer a citação inteira. Se concordar com ela, excelente, identifico-me com o autor e faço jus à sua arte e mensagem transmitida. Se não concordo, em vez de aproveitar-me de palavras usurpadas do seu habitat natural, hei de procurar uma frase completa com a qual me identifique completamente.
Aproveitando para dar início a uma série de citações que só são famosas se proferidas pela metade... Aqui vai uma com a qual posso dizer que me identifico inteiramente, enquanto maior parte das pessoas que a repetem filosoficamente talvez não concordem com a sua verdadeira totalidade!


"Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo." (Álvaro de Campos)
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É impressionante como todos querem que sejamos inovadores, diferentes...

Vou mencionar os professores porque são eles os principais manifestantes desse desejo que a sociadade tem para nós: os professores apelam-nos constantemente para que sejamos criativos, proactivos; mas quando, de facto, quebramos o nosso comodismo e pomos em práctica alguma ideia, quando fazemos algo novo que nem sequer destrói o sistema mas chocalha-o de alguma forma e definitivamente traz algo de inédito, quando finalmente mostramos que somos capazes de agir e fazer algo que não nos tenha sido ordenado ou sequer pedido, bom, é impressionante como, quando somos, de facto, inovadores, diferentes, proactivos e criativos, a primeira reacção de muita gente é de rejeição.

Devo admitir: maior parte dos meus professores incitam-nos a sair da caixinha, incentivam-nos à extracurricularidade, mas são poucos aqueles que de facto nos acompanham ou sequer parabenizam quando tomamos a tão esperada iniciativa. São ainda menos os que, depois, mostram apreço pelo que fizémos aquando do nosso surto de actividade. Escassos serão, então, os que demonstram esse apreçço como primeira e espontânea reacção quando lhes dizemos "veja, professor, fiz isto". É incrível o quão elevada é a taxa de reacções que se aproximam assustadoramente do "não gosto porque é diferente".

Levo bem guardados (se é que posso utilizar o plural) no meu coração os professores que não só me encorajaram a inovar, a pensar, a ser, e a fazer, como também me inspiraram, e, mais importante, me deram os parabéns por, pelo menos, ter saído da zona de conforto, o que, nos dias de hoje, é admirável. Mais especiais ainda foram os dias em que tive direito a críticas construtivas, ou até mesmo a uma palmadinha nas costas verbal, em jeito de prova de orgulho e até, quem sabe, gosto pessoal pelo que eu estava a criar.

Novidade: o que me leva a criar não são aqueles apartes que interrompem a matéria e que soam mais ou menos a "vocês têm que ser mais criativos, façam qualquer coisa, desliguem-se desses telemóveis, parece que já nascem com os dedos no ecrã, e façam qualquer coisa de diferente, esta é a melhor época da vossa vida, aproveitem-na, sejam productivos, vocês têm tanta capacidade e inteligência mas não a aproveitam, ponham em práctica essas ideias que têm todo o dia, vão ver que vale a pena, eu quero mais disto, quero mais de vocês a participarem e a trazarem ideias". Não, nem por isso. É sempre bom ouvir coisas destas, é verdade. Nunca é demais. Mas não é isto que me leva a criar. A verdade é que eu não preciso de razões para criar. Todos nós temos talentos, e eu sei-o. Eu tenho imensa vontade de criar, eu tenho demasiadas ideias e gosto genuinamente de pô-las em práctica. A verdade é que dou por mim tendo não falta de razões para criar, mas abundância de razões para não o fazer. Eu, pessoalmente, continuo a criar porque eu vivo a arte, não vejo outro propósito na educação se não para treinar-me para isto, desenvolver-me para poder fazer o que gosto e criar coisas de que goste. Mas sei que maior parte dos meus colegas não cria nada pela mesma razão que eu, por vezes, me sinto desmotivada; é que, ao fim do dia, pouco ou nada do que fazemos com coração e inovação será de facto valorizado. Ao fim do dia, somos avaliados não como indivíduos talentosos com princípios e valor(es), mas sim como bons ou maus alunos. Ao fim do dia, aquele professor que discursou em tom motivacional vai fazer-nos pensar que o seu interessa por nós era forçado. Esse professor, se não for um dos escassos anjos que Deus colocou no Ensino, apenas vai "contabilizar" aquilo que nos foi ordenado e se foi ou não cumprido à risca, ele só vai "contar com" aquilo que nós decorámos de tudo o que ele disse e aquilo que nós entendemos daquilo que ele não disse. Esse professor vai acabar por fazer-nos ou odiar ou amar o sistema.

Quando o "sistema" devia ser uma ferramenta, e não uma estrutura. A estrutura devíamos ser nós, certo? Os professores devem incentivar-nos a mudar o sistema para melhor, não a "segui-lo". Por outras palavras, os professores deveriam ajudar-nos a melhorar-nos a nós próprios, que, afinal, somos o centro de tudo isto. Não simplesmente ajudar-nos a ter nota alta no exame. Isto não foi feito pelos exames. Isto foi feito por nós! O objectivo de estar na escola não é colocar-nos dentro de um molde. É, sim, dar-nos massa para a mão e ensinar-nos a moldar!

Alunos, pensem assim: o objectivo disto tudo não são os exames; é tudo o que nós aprendemos até sermos considerados capazes de fazer um exame!
Tomem este exemplo: alguém criou os exames. Foi um percurso demorado, mas alguém teve essa ideia, alguém os inventou. E francamente, pelo sucesso que estas porcarias fizeram, alguém deve ter parabenizado essa pessoa durante o seu processo de criação...

No entanto, esta entrada de Blog não é sobre os exames. É sobre a notável hipocrisia da sociedade, especialmente direccionada a nós, os artistas criativos cheios de ideias (algumas, francamente, geniais) e cheios de vontade de concretizá-las. Esta entrada é sobre o ambiente em que vivemos: um ambiente onde se geram maioritariamente indivíduos hipócritas, e onde nós, os restantes indivíduos, somos incentivados a fazer coisas que, já nós sabemos, serão ignoradas, rejeitadas, ou até desprezadas. E note-se: não me refiro a coisas que sejam moral ou eticamente condenáveis. Não me refiro a coisas erradas. Refiro-me a coisas novas.

Talvez até seja suposto ser assim. Talvez precisemos lembrar-nos que, ao longo da História, os maiores génios, as melhores personalidades, os maiores corações, e os mais desenvolvidos talentos... raramente foram reconhecidos pelos seus contemporâneos. Poucos eram percebidos, poucos eram aplaudidos, poucos eram seguidos, mas todos tinham "haters". Hoje, séculos depois, todos os admiram.
Quem é que precisa de lembrar-se disso? Os indivíduos inspirados, ou as comunidades onde eles estão?
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No matter what it is. No matter what the theme, discussion or point of view is. People want everyone to be open-minded... to THEIR point of view. They're closed-minded to yours. They accuse you of being intolerant and whatever-phobic. Then, they will make you feel bad for speaking out.
To them, the fact that you disagree with them is a threat, so their response is making you feel threatened because they disagree with you. They feel like they can't speak out if everyone's not on their side. They feel like, if people don't agree with them, their opinion is worthless. Consequently, they think that if they don't agree with other people, other people's opinions are worthless. So, appealing to you that you stop being so extremist and single-minded, they force you to let them speak out as if they couldn't before, and that's how they cut off your voice. They make you feel like your opinion is offensive, not worth the exposure or the thought, and they leave you thinking that maybe you're even wrong...
They don't care if it's an opinion, a belief, a thought, a comment, an idea, or even a bunch of facts. They will only stop arguing once you admit that what they're saying is what's right. To them, justice is what they want. They're not necessarily going to do the right thing, so they want you to believe that the right thing to do is exactly what they are going to do. They care about what you think, but they only respect it if it's what they think too. Because they will not accept a mere "agree to disagree", and a mere "I don't accept that but I will let you be because it's none of my business". No. They want you to accept what they do. That's how desperately unsure and insecure they are about themselves and their own beliefs. You might end up thinking that you need to agree with them. But the truth is, THEY need YOU to agree with them.
Once all of that has happened and, at last, you've come to agreeing with them, they'll be the nicest group of people towards you, and you'll join them in their "mono-opinion open-mindness".
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É por estas e por outras que se fala no "ADN" de Deus. Os ramos de uma árvore tanto se parecem com as raízes das plantas, como com as veias no corpo Humano, e o desenho que os rios fazem no mapa. Até se parecem com os túneis dos formigueiros, e com o desenho que a electricidade estática faz na Bola Electrostática. Coincidência? Eu não acho. A "força do acaso" não cria tal perfeição, e menos ainda com tanto gosto e atenção.

É a unidade na Natureza que aponta para um único arquitecto, uma mente racional por detrás de tudo. A Natureza é estonteante e magnífica. Não admira que a sua origem o seja mais ainda!

(Vejam a publicação da foto no meu blog de fotografia!
http://rebecacoutophotography.blogspot.pt/2015/07/ramos-etc.html)
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       A existência de elites na sociedade já não tem a ver com virtuosismo ou capacidades desenvolvidas/postas em prática... As comunidades hoje criam elites debaixo do nosso nariz, fazendo certos grupos sentirem-se especiais; fazem um cativeiro de prodígios, organizam-nos sob uma cúpula protectora com a ilusão de que têm algo de superior ao "homem comum", quando na verdade o único critério que os separa dos outros é a fartura na carteira.
       Entretanto, os que ficam de fora... pois, a esses é oferecida a ilusão de que são inferiores, e é-lhes feito acreditar que são a definição do "homem comum".

       Já não há um mestre e o seu humilde discípulo que só lhe paga seguindo o seu exemplo?
       Já não há grupos sociais que se juntam só pelo interesse de discutir ideias e criar coisas novas? -- mas sem custos nem secretismos!
       Se há, digam-mo! Quero descobrir o que é que ainda resta neste mundo que não se baseie em dinheiro; mas em talentos, em interesses, ideias, em relacionamentos, em valores e princípios.

       Não há dinheiro que compre inteligência.

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"In 2001, my parents bet me that if I did not drink, smoke, or do drugs by 21, they would give me $1500. Here I am on my 21st birthday holding the contract I signed when I was 8."


_"Damn, lost your entire teenage experience for a measly $1500."


*I'd put a more representative picture right here but, honestly, I don't want those images on my blog so just do a quick search on Google Images for "party hard tumblr" or something, you'll get the idea*

I gave this a long thought and I really feel like I should reply to this comment. I'm a teenager who has never drunk, smoked or did drugs, and I will remain like this as long as I'm around. It's really not a big deal for me to even say so. I've always had a solid opinion on this matter, but I never really expressed it, and reading a comment like this makes me think I need to say something. I feel dishonored as a teenager, when people say that the "entire teenage experience" is lost if you don't drink, smoke or do drugs. Is my own "teenage experience" being unaccepted, or discarded by other people, just because they think the only way to (enjoy) be(ing) a teenager is by smoking, drinking and/or doing drugs?
I also feel that me and others who think like me are being generally unvalued and disregarded by society - yes, because I do have friends who think like me. So here is what I say to that comment:




His "entire teenage experience"? Just because you say that, I bet he was a happier teenager than you, and maybe not only then. That is because I do not have reasons to question the secureness of his health, money or dignity, whereas about you I'd think differently.
The "teenage experience", as you say, has absolutely nothing to do with drinking, smoking, or doing drugs. There are many arguments besides the ones that are obvious, like it being obviously bad for your mental, emotional, and physical health, and that you obviously don't need any of those things to have fun, and that there are obviously more things to do, especially in your teenage years, than drinking, smoking, and doing drugs. Come on, there's obviously more to life - especially to the "teenage experience"; it's so much more complex and beautiful than anything approaching to partying hard.
But that, anyways, is still the obvious.
I say that the "teenage experience" has nothing to do with drinking, smoking, or doing drugs mainly from personal experience, and also because the "teenage experience" has existed ever since there are teenagers in the world, and that is way before it was even "cool" to get drunk or high on whatever.
For the ones, like me, who haven't been caught by the "just having fun" trap (that gets you into drinking, smoking, or doing drugs), everything the others do is sad and disgusting. If you can't see the problem, I assure you, we can; probably because we haven't been blinded by the mind-and-body-rottenning habits.
Yes, because, beaking news, if you think that the teenage years are about "finding" yourself, starting to know the world around you, and discovering your favorite ways of having fun, which they actually are and I agree with that, I guarantee you that drinking, smoking, and doing drugs is NOT the way to do it, and these things are completelly unnecessary, as much as you think otherwise. They don't need to be a part of your "teenage experience" to begin with, even less to be your "ENTIRE teenage experience".
It is especially because the "teenage experience" is about getting to know yourself and defining who you are, that those years - who you were/decided to be, what you did, who you were with - will remain with you your entire life. True happiness is not the one that gives you instant joy and makes you feel (physically or emotionally) bad afterwards, or even regret it in the future. Oh, and don't fool yourself into thinking you shouldn't regret or feel bad - because sometimes all you really need is to feel bad; if you make a mistake, it's OK to feel bad, and it's actually important and OK to regret it. And by that I don't mean feeling miserable for that one thing for the rest of your days. Regreting it not only feeling bad for the bad results: it is also learing from what happened and wanting to do it differently next time (don't expect different results if you just keep doing the same thing), so that means change and growth in your way of thinking (maybe even living); and that is a crucial part of the process of not repeating the same mistakes. Life really is short, don't waste it repeating mistakes - because it's the good things that you want to repeat in life.
If you think drinking, smoking, and doing drugs is the "entire teenage experience", you obviously have a very distorted vision on the "teenage experience", and you underestimate the value, importance and potential of people as teenagers. And for that I imagine you lived some very miserable teenage years, even if you only want to remember the fun parts.
As some would say, your teenage life philosophy is bad and you should feel bad.

To anyone who reads this, feel free to reply and/or ask whatever comes to your mind after reading and knowing what I think.
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Uma jovem dos Açores.
Sou coleccionadora de memórias, e aqui está a minha constelação.

Deus, família, amigos, palavras, imagens, e sons.
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