constelação de memórias

"In 2001, my parents bet me that if I did not drink, smoke, or do drugs by 21, they would give me $1500. Here I am on my 21st birthday holding the contract I signed when I was 8."


_"Damn, lost your entire teenage experience for a measly $1500."


*I'd put a more representative picture right here but, honestly, I don't want those images on my blog so just do a quick search on Google Images for "party hard tumblr" or something, you'll get the idea*

I gave this a long thought and I really feel like I should reply to this comment. I'm a teenager who has never drunk, smoked or did drugs, and I will remain like this as long as I'm around. It's really not a big deal for me to even say so. I've always had a solid opinion on this matter, but I never really expressed it, and reading a comment like this makes me think I need to say something. I feel dishonored as a teenager, when people say that the "entire teenage experience" is lost if you don't drink, smoke or do drugs. Is my own "teenage experience" being unaccepted, or discarded by other people, just because they think the only way to (enjoy) be(ing) a teenager is by smoking, drinking and/or doing drugs?
I also feel that me and others who think like me are being generally unvalued and disregarded by society - yes, because I do have friends who think like me. So here is what I say to that comment:




His "entire teenage experience"? Just because you say that, I bet he was a happier teenager than you, and maybe not only then. That is because I do not have reasons to question the secureness of his health, money or dignity, whereas about you I'd think differently.
The "teenage experience", as you say, has absolutely nothing to do with drinking, smoking, or doing drugs. There are many arguments besides the ones that are obvious, like it being obviously bad for your mental, emotional, and physical health, and that you obviously don't need any of those things to have fun, and that there are obviously more things to do, especially in your teenage years, than drinking, smoking, and doing drugs. Come on, there's obviously more to life - especially to the "teenage experience"; it's so much more complex and beautiful than anything approaching to partying hard.
But that, anyways, is still the obvious.
I say that the "teenage experience" has nothing to do with drinking, smoking, or doing drugs mainly from personal experience, and also because the "teenage experience" has existed ever since there are teenagers in the world, and that is way before it was even "cool" to get drunk or high on whatever.
For the ones, like me, who haven't been caught by the "just having fun" trap (that gets you into drinking, smoking, or doing drugs), everything the others do is sad and disgusting. If you can't see the problem, I assure you, we can; probably because we haven't been blinded by the mind-and-body-rottenning habits.
Yes, because, beaking news, if you think that the teenage years are about "finding" yourself, starting to know the world around you, and discovering your favorite ways of having fun, which they actually are and I agree with that, I guarantee you that drinking, smoking, and doing drugs is NOT the way to do it, and these things are completelly unnecessary, as much as you think otherwise. They don't need to be a part of your "teenage experience" to begin with, even less to be your "ENTIRE teenage experience".
It is especially because the "teenage experience" is about getting to know yourself and defining who you are, that those years - who you were/decided to be, what you did, who you were with - will remain with you your entire life. True happiness is not the one that gives you instant joy and makes you feel (physically or emotionally) bad afterwards, or even regret it in the future. Oh, and don't fool yourself into thinking you shouldn't regret or feel bad - because sometimes all you really need is to feel bad; if you make a mistake, it's OK to feel bad, and it's actually important and OK to regret it. And by that I don't mean feeling miserable for that one thing for the rest of your days. Regreting it not only feeling bad for the bad results: it is also learing from what happened and wanting to do it differently next time (don't expect different results if you just keep doing the same thing), so that means change and growth in your way of thinking (maybe even living); and that is a crucial part of the process of not repeating the same mistakes. Life really is short, don't waste it repeating mistakes - because it's the good things that you want to repeat in life.
If you think drinking, smoking, and doing drugs is the "entire teenage experience", you obviously have a very distorted vision on the "teenage experience", and you underestimate the value, importance and potential of people as teenagers. And for that I imagine you lived some very miserable teenage years, even if you only want to remember the fun parts.
As some would say, your teenage life philosophy is bad and you should feel bad.

To anyone who reads this, feel free to reply and/or ask whatever comes to your mind after reading and knowing what I think.
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Porque é que havemos sempre de ser considerados ou feministas ou machistas?
Porque é que, se não andamos pela rua a queimar sutiãs e a gritar pelos direitos das mulheres, somos uns machistas opressores, e se achamos que os homens também deviam cozinhar para a sua família, somos uns feministas cegados?
Não há um meio termo? Não há uma opção que nos rotule nem como feministas nem como machistas?
Existem, de facto, extremistas por todo o mundo; alguns de mente fechada, e outros que, embora exagerados, tentam compensar as falhas da sua sociedade.
Vamos entender uma coisa: o contrário de Machismo é Femismo, o contrário de Feminismo é Masculinismo, o contrário de Misoginia é Misandria.

Feminismo: Movimento ideológico que preconiza a ampliação legal dos direitos civis e políticos da mulher ou a igualdade dos direitos dela aos do homem.


Masculinismo: Movimento ideológico que preconiza a ampliação legal dos direitos civis e políticos do homem ou a igualdade dos direitos dele aos da mulher.


Machismo: Ideologia segundo a qual o homem domina socialmente a mulher.

Femismo: Ideologia segundo a qual a mulher domina socialmente o homem.


Misoginia: 1. Aversão às mulheres.
2. Repulsão patológica pelas relações sexuais com mulheres.

Misandria: Aversão aos ou desprezo pelos indivíduos do sexo masculino.

[http://priberam.com/DLPO]


O Feminismo começou, assim como o Masculinismo, como sendo a defesa da igualdade de direitos entre todos os seres humanos, sem distinção. Essa é uma luta pertinente, e extremamente necessária, até urgente, em muitos lugares do Mundo hoje mesmo. No entanto, nos países desenvolvidos, há grupos de mulheres que se auto-intitulam Feministas, mas as suas revoltas e protestos começam a ter um gostinho amargo a Femismo, porque a verdade é que, nos seus países, o Feminismo já não é uma luta relevante, pois o que se necessita já foi atingido.

É que será assim tão difícil perceber que cada género tem o seu papel, não só na sociedade, mas até no próprio Ecossistema, e que cada indivíduo o cumpre da maneira que consegue e acredita que é melhor?
Dizer que os homens são o sexo mais forte, fisicamente, é verdade. É machismo ou um estereotipo? Não, é uma generalização de um facto biológico. Há excepções? Sim -- por isso é que, idealmente, não se analisam (nem se defendem/atacam) géneros: analisam-se indivíduos.

"A mulher resiste mais à dor que o homem?
O homem é mais resistente. «Em estudos, mulheres apresentaram menor tolerância à dor», diz o dentista Roger Fillingim, da Universidade da Flórida. Uma experiência do psicólogo Ed Keogh, da Universidade de Bath, no Reino Unido, concluiu que elas sentem dor por mais tempo, com mais frequência e maior intensidade. O mito começou provavelmente porque os homens são mais chorões. «Por uma questão cultural, as mulheres reclamam menos e sofrem caladas», explica a anestesiologista Fabíola Minson, da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor."

Vamos encará-lo. As diferenças existem. Os dois géneros são bastante diferentes. Mais uma vez, engloba tanto questões culturais, e sociais, como psicológicas e biológicas. E, mais uma vez, há excepções, sim. Mas acreditem, para cada mulher excepcionalmente musculada, haverá um homem incrivelmente lingrinhas, e para cada homem com grande facilidade em cuidar de bebés, haverá uma mulher que nunca mudou uma fralda na vida.
Então, será tão necessário assim classificar o homem como o sexo mais forte fisicamente e a mulher como o sexo mais forte psicologicamente? O foco não deveria ser as diferenças, mas sim a maneira como estas se completam. O foco não deveria ser as diferenças, nem mesmo as igualdades, mas a maneira como cada indivíduo de cada género pode agir em prol de uma coexistência harmoniosa.
Numa música em que todas as notas têm o mesmo papel, não há acordes. E, sem acordes, não há harmonia.
E por isso mesmo os géneros não devem ser comparados para distinguir as diferenças entre uns e outros, mas sim para uni-las. E unir as diferenças não para que estas deixem de existir, mas para que trabalhem conjuntamente. Ambos os géneros têm pontos fortes e pontos fracos, em diversas áreas diferentes. Então, em vez de nos separarmos cada vez mais, discutindo e vangloriando-nos pelas nossas qualidades e por aquilo de que somos capazes, porque é que não nos juntamos e tratamos de compensar estes defeitos, e preencher as lacunas uns dos outros, da maneira que compete a cada um?

Eu acredito que Deus nos criou, no início, homem e mulher, macho e fêmea, um casal, para ser o derradeiro modelo familiar para a Humanidade. E criou-nos diferentes, mas criou-nos juntos. Porquê ignorar essa modelo, e corromper esse conceito, se podemos, de facto, viver o que é ideal?
O homem e a mulher pertencem juntos.
O homem e a mulher, junto com as suas diferenças, pertencem juntos.
Não haverá um nome para quem pensa assim?

O ponto de vista que defendo aqui é, numa base conceitual, tanto feminista como masculinista. Mas não me considero feminista porque essa palavra, no mundo ocidental, está a tomar uma conotação de contrário de machismo, e não é isso que quero transmitir.

Mas, na verdade, tendo em conta o conceito original do termo, podem chamar-me tanto feminista como masculinista. Os direitos que quero defender durante a minha vida são os da Humanidade, os que são comuns a ambos os géneros; são aqueles princípios básicos não não podem, de forma alguma, ser rejeitados a qualquer ser Humano. A minha posição será sempre se tentar que esses direitos sejam respeitados em todas as partes do Mundo em que isso ainda não acontece. Mas não me considero nem feminista nem masculinista porque, na verdade, para isso, nem preciso ser nenhum dos dois, só preciso pregar a Palavra de Deus.

No que diz respeito às oportunidades, creio que o que é crucial, mais do que oportunidades iguais, são oportunidades correspondentes, proporcionais, adequadas e desejadas.
As oportunidades devem estar todas abertas para todos, mas há um processo de escolha e atribuição que não deve ser ignorado. E reforço: essa atribuição não se faz segundo o género; faz-se segundo o indivíduo. Há excepções. Dentro de uma série de factores, há que analisar, considerar cada caso em particular. O género é (apenas) um factor.

Por isso não me considero nem feminista nem masculinista. Talvez algum dia, num certo contexto, sinta a necessidade de aderir a um desses movimentos, mas não é assim que me identifico, pelo menos não no contexto em que vivo e que conheço.
Também não sou, nem de longe, machista nem femista.
Tampouco sou misoginista ou misandrista...
Qual é o meu rótulo?
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"A bird does not sing because it has an answer. It sings because it has a song." - Chinese Proverb

"Um pássaro não canta porque tem uma resposta. Ele canta porque tem uma canção." - Provérbio Chinês
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http://rebecacoutophotography.blogspot.pt/2014/12/old-rose.html


There's beauty in all things. O sol nasce para as rosas brilhantes que nem cabem na palma da tua mão, vistosas, o sol nasce para as rosas velhas e machucadas, o sol nasce para os botões de rosa, enrolados sobre si mesmos, o sol nasce para as folhas e para os caules, para a terra e para as raízes; o sol nasce também para as rosas secas entre as páginas de um livro, e para as rosas embalsamadas, e para as gotas de água que repousam serenas nas suas pétalas aveludadas. O sol nasce e põe-se para todos; a chuva vem e cai sem perguntar quem está por baixo, e a lua, enquanto Deus o quiser, vai reflectir a luz do sol sempre, quer nós o queiramos quer não.

(Mateus 5:45)
Porque [Deus] faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.

A questão não é merecermos, ou não, menos ou mais do que aquilo que nos é dado: a questão é reconhecermos que toda a obra de Deus é perfeita e maravilhosa, Deus não comete erros; tudo na Natureza canta-o para que o vejamos. Tudo tem valor, e, parecendo que não, até a mais tosca das rosas no jardim devolve-nos, sem dúvida, esse valor imensurável. Basta reconhecê-lo, e lembrar-nos:

(Mateus 6:25-34)
     "Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?
     Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?
     E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?
     E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam;
     E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
     Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé?
     Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos?
     Porque todas estas coisas os gentios procuram. Decerto vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas;
     Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
     Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal."


O valor com que Deus nos criou é algo com o qual, não merecendo, somos presenteados todas as manhãs. Não é algo que trabalhamos para merecer, ou procuramos até encontrar; é, sim, a prova do amor de Deus por nós, seres falhos e bastante orgulhosos.
É a obediência e o amor a Deus que nos fazem "espremer o sumo", "desabrochar as pétalas" do valor que temos. É o que amadurece o nosso fruto. Não nos faz merecedores da nossa beleza, mas faz-nos cumprir a expectativa e viver realmente de acordo com o que nos é galardoado.
E tudo isso não é uma preocupação nem uma inquietação: é uma bênção.
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Residentes da ilha Terceira: interessados em comprar, enviem-me mensagem por Facebook. :)
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"Três coisas não podem ser escondidas por muito tempo: o sol, a lua, e a verdade." (Buda)


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Às vezes aquela inspiração que nos falta está a um momento de distância.
Seja uma palavra, seja uma imagem, seja uma memória, seja um olhar, seja um sentimento...

O que é certo é que a inspiração nunca depende somente do inspirado. Há sempre algo que vem de fora, há sempre algo que o atinge, há sempre algo que ele abraça, ou pelo menos deseja abraçar.
Há sempre algo que o inspira.

Estar inspirado, por sua vez, é mais do que estar capaz de criar alguma peça de arte exuberante.
É mais do que isso; a inspiração é uma riqueza pessoal, iluminação interior, é a infusão de uma vontade maior na nossa consciência. Essa vontade nem sempre é divina, mas acredito que o Dom de a ter é, definitivamente, tanto divino como divinal.

Os momentos de inspiração são uma parte importante da vida.

A falta de inspiração também faz parte. Às vezes só conseguimos o melhor momento através do pior.
Não é fácil; no entanto, não é tão difícil assim. Muitas vezes acontece que, num momento em que nos sentimos neutros - sem inspiração nem pela positiva nem pela negativa -, simplesmente pegamos numa tela, ou numa folha, sentamo-nos no banco do piano, ou abrimos um documento do Word ou até do Final Draft, tocamos naquilo que nos levará à criação de arte, e logo ali a própria arte toca-nos de volta.

Quanto mais nos fazemos crer de que a inspiração está distante, menos podemos ver o quão perto ela realmente está.
"Assim também é com Deus."
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Uma jovem dos Açores.
Sou coleccionadora de memórias, e aqui está a minha constelação.

Deus, família, amigos, palavras, imagens, e sons.
Querer fazer a diferença, e viver num constante processo de tentar perceber como.

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